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Contos de Aranha.

Spider-Man_Fairy_Tales_Vol_1_2

Não é segredo que acho as histórias do Aranha 616 ( O universo tradicional da Marvel) produzidas de, arredondando, 10 anos pra cá uns cinco degraus abaixo do lixo absoluto. Claro que volta e meia há algumas exceções aqui e ali mas ainda assim é quase nada.
Pra quem não sabe, a Marvel de vez em quando lança histórias fora do Universo tradicional mostrando os personagens que todos conhecemos sob uma nova ótica ou apenas uma releitura(Veja post sobre os Homens-Aranha alternativos para mais detalhes).

Homem-Aranha 2099 : O início

O Ano é 2099,quase um século depois que algum evento misterioso extinguiu toda atividade super humana no Mundo, a sociedade é controlada pelas grandes corporações que ditam as regras. Nesse cenário distópico somos apresentados à Miguel O’Hara, pesquisador na Alchemax,uma das Mega corporações citadas anteriormente. Miguel chefiava pesquisas de aprimoramentos genéticos quando uma sabotagem fez com o que o DNA do Homem-Aranha do passado fosse misturado ao dele. E, assim como Peter Parker, Miguel adquire habilidades aracnídeas e passa a agir como o Homem-Aranha.

Quem é esse Homem-Aranha?

E eis mais um texto do Johnny Nastri aqui no Clarim. Dessa vez ele fala sobre a “”””Superior”””” Spider-Man: nova e polêmica fase do Homem-Aranha.
Essa fase ainda não chegou ao Brasil ( E seria bom nunca chegar) então tratem tudo como Spoiler. Ou leiam e poupem sofrimento evitando isso quando chegar por aqui:

Essência. De acordo com o dicionário Houaiss:

“1. aquilo que é o mais básico, o mais central, a mais importante característica de um ser ou de algo, que lhe confere uma identidade, um caráter distintivo.”

E qual sempre foi a característica que fez milhares de adolescentes se tornarem fãs do Homem-Aranha?

Ser parecido, ter as mesmas dificuldades, ser tão azarado quanto a gente. Essa, inclusive, sempre foi a essência da Marvel na década de Ouro dos seus quadrinhos… lá pelos anos 70/80.

O Homem de Ferro do futuro e o Aranha

Em um tempo muito distante, lá pelo final da década de 80, o Homem-Máquina, antigo e esquecido personagem da Marvel viaja para o “longínquo” ano de 2020 e acaba tendo de enfrentar o Homem de Ferro. Mas não. Não é de Tony Stark que estou falando: Trata-se de Arnold “Arno” Stark,Sobrinho de Tony.  Arno não seguiu os passos do Tio falecido e age como um mercenário cruel que deu muito trabalho para o Herói robótico. Mas o que o fez passar pro lado do crime? Como sempre, a culpa é do Homem-Aranha. Continuem lendo mas saibam que terá Spoilers da história.

A Saga do Clone Parte 2 : A coleção

Como prometido no post que fiz semanas atrás aqui sobre a Saga do Clone, eis algumas imagens da coleção que republicou,de forma encadernada, toda essa polêmica saga lá nos EUA. Aliás até eu me surpreendi com a quantidade de pessoas que se interessaram por essa coleção o que mostra que apesar de odiada por 90% dos leitores, ainda restam aqueles loucos(eu incluso, é lógico) que gostam dela. Mas chega de papo e vamos às imagens (Novamente peço desculpas pela (porca) qualidade da minha câmera)

A Saga começou a ser encadernada em Abril de 2010 lá nos EUA. A primeira parte da coleção é intitulada de ” The Complete Clone Saga Epic” . Assim como foi feito com a “Era do Apocalipse” , a Saga do Clone foi republicada em ordem cronológica então o volume um começa com a sequência de histórias curtas que mostram o momento em que o clone é criado pelo Dr. Warren e segue já pra Minissérie “Anos Perdidos” que mostra o que o Clone,á respondendo pelo nome de Ben Reilly, fez nos 5 anos ( tempo cronológico das histórias) que separam seu confronto com o Aranha até sua volta.

Essa primeira parte é formada por cinco edições que vão até o momento em que é decidido que o Peter sairá da cidade e Ben assumirá o posto de Homem-Aranha.

A segunda parte são seis volumes que tratam da época do “Ben Aranha” e segue até o final da saga. Até por isso o título da coleção agora muda pra “The Complete Ben Reilly Epic”. O volume final foi publicado em Novembro de 2012. Cada um dos 11 volumes tem em média 400 páginas o que dá mais ou menos 4400 páginas de quadrinhos. É muita coisa não?
Para quem acompanhou a Saga na época de seu lançamento aqui no Brasil ou conseguiu as edições antigas através de Sebos, essa coleção traz algumas surpresas a mais: As histórias que a Editora Abril pulou. Mas sendo justo, diferente de outras oportunidades, as partes omitidas pela Editora Abril não fazem lá muita falta.

Uma coisa interessante é que o Editor da Panini, Rogério Saladino deixou no ar que a Saga do Clone pode ser republicada aqui no Brasil ainda este ano. Eu tenho lá minhas dúvidas pelo volume de material. Talvez se transformarem as 11 edições em 22 mas ainda assim é muita coisa. Obviamente seria bom para o pessoal mais novo conhecer e pelo menos poder falar mal(ou bem, vai saber)  com propriedade.
Agora fiquem com mais  imagens da coleção.

A Saga do Clone encadernadas e as edições nacionais
Saga do Clone na Abril
Saga do Clone na Abril 2