Category Archives: classicos do Clarim

Super-Homem II: Um Super pra se respeitar.

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Não é segredo pra ninguém que não tenho lá muito apreço(pra não dizer outra coisa)  pelo Super-Homem. Esse negócio dele poder tudo, ter 1928495783943 tipos de poderes e afins nunca me agradou mas, como dizem que toda regra tem sua exceção, no meu caso ela tem um nome: Christopher Reeve.

Bem vindos ao Jurassic Park

Sempre digo que apesar de ser difícil  escolher meu filme preferido,tenho minha “Santa Trindade”.Três filmes que não importa quantas vezes eu assista nunca vou me cansar. São os que assisto ao menos uma vez por ano.Dois deles já ganharam posts ha algum tempo aqui no Clarim: Tubarão e De volta para o futuro (Considero os três filmes como um só) .Mas ainda faltava um e agora para pagar essa “dívida”,entrem em seus carros elétricos,torçam para a energia não cair e adentrem no mundo de 65 milhões de anos atrás.

O milionário John Hammond (Richard Attenborough) usa técnicas de engenharia genética,clonagens  e etc para realizar o sonho de muita gente: trazer os dinossauros à vida. Claro que ele pretende lucrar em cima disso e abre um “zoológico” ao ar livre na Ilha Nublar,o chamado “Jurassic Park” Mas antes de ter permissão para funcionar, ele precisa do aval de especialistas é aí que entram o paleontólogo Allan Grant(Sam Neill),a Paleobotânica Ellie Sattler(Laura Dern)  e o Matemático Ian Malcolm(Jeff Goldblum). Eles vão fazer um Tour experimental pelo parque para ver se estava tudo como manda as normas de segurança e coisas assim.Obviamente as coisas saem um “pouco” do controle e eles terão de lutar para não serem extintos.

O filme de 1993 é tecnicamente perfeito em todos os sentidos! Mas meu lema é “Vamos por partes”.
Um dos maiores(Se não o maior)acerto do filme foi optar por usar animatrônicos nos Dinos. Acredito que  por melhor que seja as técnicas de CG ,nunca vão se comparar com algo “real”. Um exemplo que sempre cito é a série Alien.Quando faziam os alienígenas com bonecos ou fantasias as cenas eram mais críveis.Depois que passaram para o CG que é mais fácil,os bichos ficaram  tão reais quanto uma nota de 3 reais.No caso de Jurassic Park, cenas que entraram pra história do cinema como o ataque do T-Rex não teriam o mesmo impacto.Tudo bem que o bichão ficava travando o tempo todo por causa da água,mas ao menos vemos que ele está alí. Isso ajuda até na interpretação dos atores.o Sam Neill disse uma vez que por mais que ele soubesse que o T-Rex era apenas um boneco animado, devido a todo o ambiente quando o T-Rex chegava perto,o medo que ele sentia era real.

E falando nos atores,esse é um daqueles casos onde a produção foi extremamente feliz na escolha do elenco: Todo mundo está perfeito o que faz com que seja impossível visualizar o filme sem ser com esse pessoal.Claro que a direção do Spielberg ajuda pois todos sabemos da competência do diretor mas se não fossem os atores certos para trazerem os personagens à vida,acho que não seria a mesma coisa.Ou vão dizer que vocês não arrepiam com os olhares dos personagens quando eles vêem os dinossauros pela primeira vez?
Toda a fotografia do filme também merece elogios.A construção dos cenários,nível de detalhes é de impressionar até o mais desligado do espectador.

Jurassic Park mescla uma boa história com cenas grandiosas que se eu fosse citá-las aqui ficaria escrevendo até amanhã.Pra citar só as maiores, temos além do já citado ataque do T-Rex os outros “astros” pelo lado dos Dinossauros: os Velociraptores.E toda a sequência final com esses dinossauros te faz ficar grudado na cadeira.

Mas um filme por melhor que seja, não seria nada sem uma trilha sonora marcante.E também nesse quesito não há do que reclamar.Muito pelo contrário: composta por John Williams toda a trilha de Jurassic Park é fantástica e acompanha o ritmo do filme como toda  trilha sonora deveria fazer.

Jurassic Park é baseado no livro de mesmo nome escrito por Michael Crichton e publicado em 1990 e como toda adaptação tem algumas diferenças em relação ao livro mas diferente da continuação,”O mundo perdido” ainda mantém a história básica inalterada.Em certas partes a versão do livro fica muito arrastada o que fez com que tivessem de dar uma acelerada no ritmo para o cinema.Mas queria que tivessem mantido a cena da perseguição no rio e o trecho com os Pterodátilos.Iriam ficar muito boas na telona. Em compensação as mudanças na personalidade de alguns personagens foram bem vindas.Mas se puderem, leiam o livro também. A L&PM lançou por aqui em formato Pocket e você o encontra baratinho em sites como o da Saraiva ou nas livrarias.

Eu podia ficar aqui escrevendo eternamente e não ia conseguir passar tudo que esse filme significa pra mim.Tudo bem que de 94 pra cá já descobrimos muito mais sobre dinossauros e o visual do filme está desatualizado mas isso não importa nem um pouco.Os efeitos ainda estão atuais e torço para que nessa onda de filmes voltando aos cinemas,com o 20º aniversário do filme se aproximando,ele ganhe sua conversão e eu possa pagar minha dívida de nunca ter assistido ao filme no cinema (Sim! Eu não presto!)
Um clássico totalmente recomendado.

Clássicos Do Clarim: O Túmulo Dos Vagalumes

Todos sabem o momento pelo qual o Japão vem passando após o terremoto seguido pelo Tsunami as coisas estão difíceis lá no País do Sol Nascente . O estrago só se compara à época da Segunda Guerra. Pensando nisso e querendo prestar alguma homenagem ao Japão,permitam-me levá-los ao túmulo dos Vagalumes.


A história se passa durante a Segunda Guerra quando, os irmãos Seita de 14 anos e Setsuko de 4 ,que já haviam perdido o Pai na Guerra,Vêem a Mãe morrer durante um ataque à Bomba na cidade de Kobe. Completamente sozinhos, acabam indo morar com uma Tia.

Mas conforme a Guerra avança,as coisas vão piorando. A comida começa a ficar escassa e fica impossível para a dupla ficar na casa já que a tia constantemente fazia questão de lembrar que estavam ali de favor. Quando a comida acaba,um simples punhado de arroz se torna luxo e na casa cheia de gente, os irmãos vão ser sempre preteridos pelos filhos verdadeiros da velha.
É quando Seita toma a decisão de fugir. Agora sim completamente sós eles só podem contar um com o outro para tentarem sobreviver àquela tragédia.
Hotaru no Haka (O Túmulo dos Vagalumes) é um livro do escritor Akiyuki Nosaka lançado em 1967. A história pode ser considerada Uma espécie de Auto-Biografia já que o autor morava em Kobe na época do bombardeio .
A adaptação mais conhecida da obra é o anime produzido pelo estúdio Ghibli e lançado em 1988. Em 2005 como uma homenagem aos 60 anos do fim da guerra, uma versão em Live Action foi produzida para a Tv e em 2008 foi a vez do cinema ganhar sua versão.
Todas as três adaptações não tem uma diferença muito grande entre si.Somente que a versão de 2005 dá mais destaque à Tia dos protagonistas mas em todos o foco é mesmo nas duas crianças. Por isso optei por falar sobre a história no geral e não me concentrar em apenas uma ou outra.
A primeira coisa que devo falar sobre essa história é que ela é triste. O tema que já seria pesado por si só,ainda tem o “agravante” se passar com crianças.
Nós acabamos nos solidarizando com os pequenos. Também vale citar que outra obra famosa que trata dos horrores da Guerra,Hadashi no Gen (Gen Pés Descalços) também tem crianças como protagonistas.
Mas voltando aos Vagalumes,não dá pra deixar de sentir um aperto no peito com aquela situação.para nós Brasileiros que não estamos acostumados com tempos de guerra é algo inimaginável viver naquela incerteza sabendo que de uma hora pra outra tudo o que conhecíamos pode acabar. Mas também é legal ver a força dos dois irmãos. Principalmente do Seita que assume a responsabilidade sobre sua irmãzinha e na inocência da Setsuko que no meio daquela destruição toda encontra conforto em simples vagalumes.
Inclusive quem gosta de ver filmes com olhares mais filosóficos pode interpretar que os Vagalumes são metáforas para o quão frágil é a vida.E sua luz, por mais fraca individualmente consegue iluminar quando vivemos em grupo. (Nossa, viajei agora não?)
Eu falei que não ia focar nas versões da história mas não tem como pelo menos não citar o ótimo trabalho do Estúdio Ghibli na versão animada. Para quem não ligou nome à pessoa, o Ghibli é o Estúdio do Hayao Miyazaki considerado por muitos o maior nome da animação Japonesa. Então era de se esperar uma qualidade técnica acima da média para o longa animado de Hotaru no Haka. Tudo trabalha em harmonia: Animação, vozes, trilha sonora…Ainda não assisti ao filme de 2008 mas dentre as duas versões que vi, o anime com certeza é meu favorito.
Não sei se é só comigo mas filmes de Guerra costumam me interessar mais quando são abordados por outro País que não seja os EUA. Sei lá, acho a abordagem Estadunidense de Triunfo e adoração aos soldados chatas demais.
Histórias como Túmulo dos Vagalumes que mostram a guerra pelo ponto de vista dos verdadeiros afetados: A população. Sim porque nesses casos os mais prejudicaods são os que não participam efetivamente da guerra: Normalmente Mulheres e crianças que além das bombas caindo na cabeça a todo momento,ainda precisam torcer para os maridos/pais/filhos voltarem vivos do campo de batalha.Isso era algo pelo qual ninguém deveria ter de passar.
Túmulo dos Vagalumes é uma história que vai te prender do início ao fim.Aliás um belo fim diga-se de passagem.E merece ser visto por todos. Acredito que não vão se arrepender.
Só uma pena Túmulo dos Vagalumes nunca ter chegado de forma oficial ao Brasil.

Clássicos do Clarim: A saga do Clone original

Como havia postado no post dos lançamentos para Janeiro a 4ª edição da revista Teia do Homem-Aranha traria a “Versão do diretor” de uma das sagas mais polêmicas do Aracnídeo: A Saga do Clone! Mas como se originou essa saga? Então antes de escrever sobre a edição em si resolvi falar um pouco sobre a saga do clone original.

Dois anos após a morte de Gwen Stacy , Peter tentava retomar a normalidade de sua vida (Se é que possa ser considerado normal sair na porrada com vilões fantasiados) .

Já a algum tempo um vilão conhecido apenas como “Chacal” estava agindo nos bastidores aliando-se a outros vilões tentando acabar com o herói aracnídeo. Foi o Chacal inclusive o responsável pelo primeiro ataque do Justiceiro contra o Aranha. Até o momento não sabíamos quem ele era e porque tinha tanta raiva do herói.

Mas de uma hora para outra tudo fica de cabeça pra baixo quando uma desorientada Gwen Stacy aparece no apartamento de Peter.(Os mais novos podem se surpreender mas houve uma época em que não era comum um personagem voltar da morte poucos meses após ter morrido) Gwen aparentava não ter lembranças de seus últimos meses de vida e consequentemente de sua morte. Após a loirinha ter sido submetida a testes fica confirmado que ela na verdade era um clone da verdadeira Gwen. Logo o responsável pela clonagem se revela: o Chacal na verdade era o Miles Warren,Professor de Peter e Gwen na Faculdade.
Warren havia se apaixonado pela Gwen(alguém pode culpá-lo?) e tinha enlouquecido após a morte da amada. Ele então começa a fazer experimentos com clonagem e acaba tendo sucesso em clonar a Gwen.
Mas a loira não foi o único clone produzido pelo Chacal: O vilão doidão também havia clonado Peter Parker. Pelos genes ele descobre que Peter era na verdade o Homem-Aranha. Quer coisa melhor? Os dois homens que ele julgava serem os responsáveis pela morte da loirinha são na verdade uma só pessoa!. Warren então adotou a identidade do Chacal e começou uma lenta vingança contra seu inimigo. Quando viu que ficar nas sombras não ia levar a nada, resolveu partir pro ataque.
O Chacal captura o Aranha e lhe injeta uma droga que remove algumas memórias. Quando o herói acorda, se vê frente a frente com uma cópia sua. e o pior é que ambos acreditam ser o verdadeiro. Começa então uma batalha entre dois homens aranha. Mas no meio da briga, o clone de Gwen acaba despertando o pouquinho de humanidade que restava no Chacal.Arrependido ele corre pra desarmar uma bomba mas acaba detonando-a e uma grande explosão acontece. O Chacal e um dos Homem Aranha acabam morrendo. Assim, o verdadeiro aracnídeo pode relaxar pois o pesadelo acabou…Mas ele é mesmo o verdadeiro?
Já que o Aranha sobrevivente não tem como saber se é o verdadeiro ou o clone, ele apela para seu amigo Curt Connors para que o submeta a alguns testes para saber a verdade.
Enquanto espera pelos resultados, o heróis enfrenta alguns de seus velhos inimigos (Na verdade eram apenas robôs feitos pelo Smythe, mas isso não vem ao caso). Quando está prestes a morrer a única pessoa que vem à mente do herói é a Mary Jane. Isso é o suficiente para convencê-lo que é o verdadeiro já que se fosse a cópia,seus sentimentos ainda estariam voltados para a Gwen. Após se livrar da ameaça ele pega os resultados do exame e sem olhar o resultado se livra deles. Ele então pega o corpo de seu clone(afinal o coitado era inocente) e o incinera na chaminé de uma fábrica. Fim dos problemas….ou Não?
Essa história foi publicada em 1975 e quem imaginaria que quase 20 anos depois ela ainda iria repercutir quando, após a Tia May ficar doente pela 46241273947256278495675464347ª vez o Clone que todos julgavam morto retornasse, assumisse o nome de Ben Reilly e ainda seria confirmado como o verdadeiro Homem-Aranha? Mas isso é assunto pra depois. Por enquanto basta dizer que mesmo que muitos falem mal dela (muitos sem nunca sequer terem lido) eu gostei bastante da Saga do Clone . Essa primeira em especial tem como ponto positivo não ter se alongado demais como sua sucessora.Os comentários sobre a Saga mais recente eu vou guardar pro post da Teia do Homem-Aranha que ainda durante essa semana colocarei por aqui.
A Saga do Clone original tem os roteiros de Gerry Conway e desenhos de Ross Andru

Ps. Apesar de nas imagens o Chacal ser marrom, ele na verdade é verde. a coloração deve ter ficado à cargo de algum daltônico da Abril.

Clássicos do Clarim : Quadrilogia da Ilusão

Recentemente foi lançado o game Epic Mickey que coloca o camundongo da Disney viajando por um mundo estranho enfrentando inimigos ainda mais estranhos ainda. Novidade? Que nada.Na era dos 8 e 16 bits uma série de jogos já colocava o personagem em tramas bastante semelhantes a essa. Era a chamada quadrilogia da Ilusão. Inspirado por um post da comunidade Quadrinhos Disney do Orkut resolvi falar um pouco deles

CASTLE OF ILLUSION (1990 para Mega Drive,Master System e Game Gear)

Mickey e Minnie estavam lá tranquilos e felizes quando a temível Bruxa Mizrabel resolve sequestrar a Minnie e o Rato precisa coletar as sete gemas do Arco-Íris, que tem o poder de destruir a bruxa e seguir para seu Castelo onde a Minnie está aprisionada.

Podemos dizer que Castle Of Illusion foi o game que definia que definiu o que viriam a ser as características mais marcantes dos jogos com os personagens Disney: Graficos ótimos, boa jogabilidade, Dificuldade (em certas partes) até que exageradas e trilha sonora que combinavam com cada parte do game.
A vergonha alheia fica para a “Bundada” com a qual o Mickey derrotava os inimigos..
LAND OF ILLUSION (1992 Master System,Game Gear)
Na continuação do jogo anterior, Mickey adormece enquanto lê um livro de contos de fadas e quando acorda está num mundo estranho (outra vez). O Camundongo logo descobre que um ser maligno chamado Phanton roubou o Cristal Mágico, um artefato que mantinha a paz no mundo.Quando o cristal sumiu, as trevas tomaram conta daquele mundo tornando todos os habitantes infelizes. Como não tinha nada melhor pra fazer, Mickey resolve sair em busca do vilão pra recuperar o Cristal e devolver a par para aquela Terra de Ilusões.

Land of Illusion traz de volta tudo que o antecessor tinha de bom(E sim! as bundadas continuam).Como esse jogo não teve uma versão para o Mega Drive os gráficos são um pouquinho inferiores, mas mantém o nível da versão para Master System de Castle os Illusion. Aqui o destaque é a grande variedade de fases.Tem pra todos os gostos: Floresta, Mar, Castelos etc.
WORLD OF ILLUSION (1992 Mega Drive)
Enquanto ensaiavam um número de mágica, Mickey e Donald encontram uma caixa mágica e são transportados para um mundo estranho( Já está ficando repetitivo). Chegando lá, uma voz diz que a dupla teriam de aprimorar seus truques de mágica para conseguirem sair daquele mundo. Sem opções os amigos terão de arrumar um jeito para voltar a seu mundo.
Não é por ter a possibilidade de controlar o Donald mas considero World Of Illusion o melhor dos 4 games.Pegaram tudo de
bom que tinha nos jogos anteriores e usaram com maestria nesse. Não consigo encontrar nenhum defeito pra mencionar. Todas as fases são legais de se jogar mas quero destacar a fase do tapete voador ao melhor estilo Alladin (só faltou tocar A Whole New World de fundo). Ah e as bundadas do Mickey deixaram de ser a principal forma de ataque. Agora os personagem usam capas mágicas para derrotarem seus inimigos.ah sim e dependendo do personagem com que se jogava os desafios mudavam sendo que algumas fases eram exclusivas de cada personagem o que fazia com que tivéssemos vontade de terminar o jogo com ambos personagens.
LEGEND OF ILLUSION(1994. Game Gear ,Master System)
Diferente dos demais,em Legend of Illusion Mickey não é transportado para um mundo estranho mas sim já está lá…Na história, Mickey é um aldeão ajudante do Rei Bafo. Quando nuvens de sofrimento se abate sobre o reino, os anciões informam que somente um Rei poderia descobrir o que estava acontecendo e salvar todo mundo. Como o Bafo não era lá muito corajoso resolve fazer do Mickey Rei (Toma essa Kingdon Hearts) por alguns dias e envia o rato pra missão suicida. E lá vai o camundongo tentar novamente restaurar a paz e trazer a alegria para seu povo e blábláblá. De positivo tenho de citar que as malfadadas bundadas do Mickey foram definitivamente extintas.
Eu considero Legend Of Illusion o mais fraco dos jogos. Por coincidência foi o único que eu não tive vontade de jogar até o fim. Ok, é um bom jogo de plataforma mas acabou se tornando mais do mesmo. Talvez o fato dele ter sido lançado já nos últimos suspiros do Master System tenha colaborado para que não fizesse o mesmo sucesso dos anteriores.Vale a jogada mais por curiosidade mas na dúvida fique com algum dos três primeiros.
Sei que existem jogos melhores com os personagens Disney do que os dessa quadrilogia(Mais pra frente falo de outros) mas talvez por terem sido os primeiros que joguei do estilo ,eles tenham me marcado tanto..e olha que nem gosto do Mickey.Mas qualquer fã da Disney ou mesmo de games em geral deveria ter jogado pelo menos algum desses jogos. E se você nunca jogou, ainda tem tempo..Depois quem quiser ir jogar Epic Mickey fique à vontade mas pelo menos vai saber que “mundos Estranhos” e “Ratos” tem uma longa história em comum…

Aproveitem e votem na enquete ali do lado. quero saber se vocês tem interesse em ler mais sobre games clássicos aqui no Clarim.