Category Archives: Mangá

Akira De Volta às Bancas

A Editora JBC que já havia confirmado há alguns meses que republicaria Akira no Brasil e hoje, divulgaram as informações oficiais.

Pokémon Red, O Mangá.

A Editora Panini traz para o Brasil o Mangá Pokémon Adventures, a série mais longeva envolvendo os monstrinhos de bolso e que retrata as histórias dos protagonistas dos diversos jogos da franquia.

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Rurouni Kenshin o filme: A volta do Battousai

No período que marcou o final do Bakumatsu,um assassino se destacou por sua perícia e falta de compaixão: Ele ficou conhecido como Hitokiri Battousai( Battousai, o Retalhador). Mas quando o conflito chegou ao fim e a nova Era(Era Meiji) chegou ao Japão,ele desapareceu,tornando-se uma lenda. 10 anos depois nos arredores de Tokyo, um andarilho(Rurouni,em Japonês) surge e se revela o tal do lendário Super Saya Jin Battousai. Ele está determinado a não matar de novo e passou os últimos 10 anos perambulando pelo Japão. Mas como ele vai perceber, ficar fiel a sua filosofia de não matar não vai ser tão fácil.

Lançado no Japão em Agosto, o filme Rurouni Kenshin(Não! Eu não conheço Samurai X)  foi finalmente lançado em Blu-Ray por lá o que possibilita ao resto do Mundo ter acesso a ele (Os Japoneses não tem costume de filmar nos cinemas). A expectativa era enorme pois os trailers passavam a impressão de que ao menos no visual,o filme seria impecável. E não deu outra: Rurouni Kenshin é quase que a transposição do mangá/anime para as telas. Obviamente há algumas mudanças,alterações e coisas do tipo que esperamos de uma adaptação. Mas como uma boa adaptação, Ruurouni Kenshin transporta para a tela todo o clima da história original. A história pega o começo do Mangá e organiza em forma de um filme de duas horas conseguindo não deixar nada(ou quase nada) de fora. Mas calma. Como sempre: Vamos por partes:

Como mencionei, o filme é visualmente impecável: Toda a caracterização,fotografia te remetem aos personagens que os fãs conhecem tão bem. Em especial o Takeru Sato(Antes visto como Ryotaro de Kamen Rider Den-O) que está igualzinho ao Kenshin. O ator pegou muito bem os maneirismos do personagem (Oro?).Aliás, aqui cabe um Mea culpa: Apesar de ter crescido assistindo produções japonesas,devo confessar que sempre achei o jeito de atuar dos nipônicos meio canastrão. Mas aqui em Rurouni Kenshin,a maioria dos atores encarnam muito bem seus personagens: A Kaoru (Emi Takei) que faz o par romântico sem ser aquela melação com o Kenshin, o Yahiko(Taketo Tanaka) que ficou meio jogado pra escanteio também estava bom. O Saito(Yosuke Eguchi) e, claro  o Sanosuke(Munetaka Aoki).Aliás esse foi outro que captou perfeitamente o jeito do personagem. A luta dele com o Kenshin e uma outra mais pra frente do filme estão perfeitas.
E por falar em lutas…

Preciso tirar o chapéu, levantar e bater palmas para os coreógrafos das cenas de luta. São todas muito bem executadas. Claro que, por ser algo baseado em Mangá, há alguns exageros, movimentos fantásticos e coisas assim mas mesmo eles, são feitos de uma forma que quase te faz acreditar que o ator/dublê realmente o executou sem “ajudas técnicas”.
 O roteiro também é bastante competente tanto pra,como eu já disse, amarrar o roteiro inicial do mangá e condensá-lo em um filme de duas horas de modo que a história não fique chata e arrastada,como pra colocar aqui e ali algumas falas,atitudes que fazem referência a outros acontecimentos da história como a explicação do Kenshin para sua segunda cicatriz.

O ponto fraco está nos vilões. À exceção do Jin-e que ficou sensacional os outros são… qualquer nota. A Começar pelo “chefão” Kanryuu que é bem caricaturado e eu particularmente não gostei. Outro são os vilões genéricos(Em um game seriam os sub-chefes). Quem conhece o mangá sabe que eles estão “fazendo as vezes” da Oniwabanshuu comandada pelo Aoshi mas não tem nem comparação. Talvez não quiseram “gastar” um personagem como o Aoshi tão cedo ou seja lá o motivo que for, mas com certeza faltou peso para os vilões. Sem contar que eu não sabia que já no século 18 os japoneses já descoloriam o cabelo…

E apesar da trilha sonora ser bem competente, eu teria incluído uma ou outra música do anime só como homenagem mesmo. Mas aí é coisa minha. Nada que atrapalhe o filme.

Não chamo filmes como Rurouni Kenshi de “adaptação” e sim de “transposição”. É a prova de que não precisa se mexer muito numa obra pra se levá-la a outra mídia. Os Estadunidenses deveriam aprender com os Japoneses. Se você conhece e gosta de Rurouni Kenshin, assista. Agora se você nunca tinha nem ouvido falar nesse tal de Battousai… assista também. É uma ótima maneira de conhecer e,quem sabe ir atrás do Anime e Mangá. Agora, aproveitando a boa receptividade($$$) que o filme teve, me permito sonhar com uma continuação com a saga do Shishio. Sonhar ainda é de graça.

Bio Hazard : Marhawa Desire

Desde o fim de FullMetal Alchemist, tirando One Piece  não acompanho mangá regularmente.Até tentei comprar alguns lançamentos nos últimos anos mas nenhum me segurou a ponto de me fazer continuar comprando.

Devo dizer que esse Bio Hazard: Marhawa Desire(Nota: Para os que não sabem, “Bio Hazard” é o nome Japonês da série de games “Resident Evil”),não só me “capturou” como me fez ler de uma vez só sem conseguir largar.A história começa no Colégio Marhawa,uma das maiores e mais respeitadas instituições de ensino do mundo onde surge uma aluna transformada em Zumbi. A Madre  Gracia chama o bacteriologista Doug Wrigth que leva seu sobrinho Ricky para tentar descobrir o que causou a zumbificação da garota. Em outra parte do mundo, Chris Redfield e sua equipe,interessados no paradeiro do Dr. Wrigth parte em direção à escola. Mas com cada vez mais zumbis surgindo,pode ser que não encontrem muita coisa(Viva,pelo menos) por lá.

Com roteiro da própria Capcom, BH: Marhawa Desire promete fazer ligação com Resident Evil 6, o novo jogo da franquia. Apesar de considerar que a série Resident Evil terminou após o Code Verônica,me surpreendi porque gostei da história. Tem toda uma dose de suspense que te faz querer saber o que vai acontecer na página seguinte. Também vale ressaltar o ótimo traço de Naoki Serizawa.

 O único “problema” de RE: MD é que essa primeira edição teve lançamento simultâneo em vários países. O problema é que pela peridiocidade lá no japão, será lançado apenas um volume por ano.Ou seja: Só ano que vem pra continuar a história.

Apesar desse “pequeno” porém,indico a leitura.Principalmente se você ainda é fã de Resident Evil ou apenas um leitor esporádico procurando alguma coisa legal pra ler.

Bio Hazard: Marhawa Desire está sendo lançado pela Panini  e tem 170 páginas  custando R$10,90

Primeiro volume de One Piece finalmente zarpou

E finalmente após muita espera,One Piece está de volta às bancas Brasileiras.as isso eu já havia informado aqui  .
Inicialmente anunciado para Janeiro , o angá só foi sair de fato em Fevereiro(coisas da Panini) mas o que importa é que os fãs antigos poderão voltar a acompanhar as aventuras do bando do Chapéu de Palha e quem não conhece,poderá conhecer essa maravilhosa obra(já notaram que sou fã né?). Com o meu devidamente em mãos resolvi aproveitar que o pessoal parece ter gostado do post com fotos do Disney Jumbo e postar algumas fotos do primeiro volume(Se quiser continuar com isso preciso de uma câmera nova).

Acima,versão da Panini e versão original abaixo.

 Alguns mangás que saíram por aqui ou não se consegue abrir direito ou literalmente se desmancham na mão. Isso não ocorre com os mangás da Panini(ao menos Bleach e agora One Piece que são os que compro): dá pra abrir a revista sem medo que a encadernação nem ameaça quebrar. O formato é o tradicional dos mangás da editora. Apesar de eu preferir o formato TankoHon ,que é o formato dos mangás japoneses(e que faço uma comparação entre formatos nas imagens do post) esse formato adotado pela Panini não é ruim. Vale citar que é quase o mesmo usado pela Conrad á exceção que ela dividia o volume de 200 páginas em dois.

1º Volume da Conrad e o da Panini

A publicação em si está impecável: com conversa do autor, Sessão SBS(A sessão de perguntas dos leitores que aqui ganhou a tradução de “Sempre Bom Saber”) além de um glossário de termos usados no mangá para situar os leitores.
   Pena que a Panini não conseguiu os direitos de reprodução do mapa que ilustra o fundo da capa dos mangás japoneses mas pelo menos optaram em deixar o Layout como os originais e não inventaram como a própria Conrad fez ou como ficou nas edições francesas que, apesar de manter o formato TankoHon ( e a útil sobrecapa) tiveram as capas meio estranhas.

Comparação com uma edição francesa.

Sobre a história em si não tem muito o que falar que eu já não tenha dito(e elogiado) em outros posts: Nesta primeira edição vemos o início das aventuras do Ruffy(Eles traduziram como Luffy mas me acostumei a falar Ruffy,com o “Ru” tendo o mesmo som como em “Barulho”) que sonha em ser o Rei dos Piratas .Ele comeu uma Akuma no Mi(Fruto do Diabo) que lhe deu a capacidade de se esticar como borracha. Então ele sai de sua pequena vila para arranjar companheiros para seu bando que o ajudarão em seu sonho. Só que o primeiro “alvo” do rapaz,o Caçador de recompensas Roronoa Zoro não está muito a fim de virar um pirata.

“Conversa do Autor “

Já ouvi muita gente,mesmo entre os fãs de mangá,dizer que não gosta de One Piece por achar o traço do Oda muito caricato . Eu discordo veementemente. Acho o desenho dele muito bonito e é inegável que ele melhorou ainda mais com o tempo(Quem comprou também o volume 36 pode perceber isso). E quem não ler apenas pelo traço, ou pelo fato do mangá ser muito longo(atualmente está no volume 65 lá no Japão) vai perder uma ótima história porque se tem algo que o Oda é bom é em matéria de construção de roteiro. Não posso falar muito pra não estragar surpresas mas vão prestando atenção: Um simples detalhe que possa parecer apenas “jogado” na trama vai fazer sentido lá na frente.

As lombadas das edições Francesa,Japonesa,Panini e Conrad.

Fiquei tão feliz com a volta de One Piece às bancas que fiz algo do qual não sou muito fã: Assinatura!
Sempre digo que prefiro comprar as revistas nas bancas mas abri uma exceção e aproveitei a promoção de lançamento da Panini e vou receber os mangás em casa pelo próximo  ano e meio.A primeira edição chegou sem problemas,bem embalada e só com um pequeno amassado na capa mas nada muito crítico.
Quer aproveitar o desconto (você paga por um ano e recebe mais 6 meses “di grátis”)? então assine também e embarque no maravilhoso mundo de One Piece.

Mangá Japonês e a edição da Panini.

Sei que o post é sobre o mangá mas fiquem com a primeira abertura do anime que é,até hoje a minha preferida.

PS. Aproveitando indico aqui dois posts dos blogs dos amigos qu etambém fizerem posts com fotos do Mangá de One Piece: O Paulo Gibi ,e o Thiago lá do Portallos que foi meio ignorante e postou uma tonelada de fotos.